Por Clineida Junqueira Jacomini
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Para meu querido amido Zé Primo, meu leitor número um que partiu dessa vida, fazendo tanta falta!!!
Não me esqueço dessa lição que até usei numa festa natalina antevendo o ano novo época em que sentimos, pensamos e fazemos vários propósitos e desejos de mudar…Sempre pra melhor! Femi Otedola, um negro e rico nigeriano era considerado o homem mais feliz por todos que o conheciam e conviviam com ele; mas a riqueza além de efêmera e subjetiva, passa por 4 estágios: 1- Acumular riquezas (ele era muito rico em imóveis, dinheiro, fama etc).
2- Colecionar objetos de arte: ele também estava no topo dessa pirâmide, pois seu palácio tinha obras de pintores e artistas famosos no mundo inteiro. 3- Ser maior e melhor em tudo: também Femi se sobressaia em todas as áreas de atuação humana: tinha empresas de combustíveis, diesel, gás, petróleo… Tinha navios e seus estaleiros… Possuia fazendas, indústrias e comércio, os mais variados. Em quarto lugar um amigo lhe propôs que ele doasse 200 cadeiras de rodas para tantas crianças deficientes, mutiladas e desvalidas. Mas, o desafio deveria sem mais completo: elas deveriam ser entregues nos hospitais, creches, orfanatos. O magnata foi e ficou surpreso com o brilho nos olhos e a felicidade das crianças. Uma delas, não se contentando com receber a útil cadeira, pediu que o homem, já emocionado se abaixasse para lhe dar um abraço. Olhou bem nos seus olhos e explicou, feliz: _Quero lembrar do senhor, um dia, quando estivermos no céu. E você, pelo que quer ser lembrado? E reconhecido no céu?
Com tantas ruindades grassando por aí e sendo conhecidas na hora em que acontecem pela rapidez da comunicação moderna, via web de nossos dias, ficamos tristes e pensativas! Será que as pessoas que cometem crimes e atrocidades, pensando só em si e se beneficiando em detrimento do próximo, pensam que existe somente uma vida? Essa daqui, que estamos vivendo? Não sou espirita e não me refiro às diversas encarnações que meus queridos amigos dessa ala de pensamento kardekiano pensam! Estou me reportando à Bíblia Sagrada e ao acerto de contas que iremos ter com Deus, um dia, depois de nossa morte. Lembram-se até do lado onde iremos parar, direito ou esquerdo? Na reprise da novela global de sucesso no passado e ora nas telinhas: A Viagem o lindo Dr. Otávio Galvão antes de morrer e fazer ‘a viagem’ a que todos iremos fazer um dia deixou muitas ações boas, beneficiando tanta gente carente! Isso é o que deveríamos fazer em prol de outras pessoas! Eu, pessoalmente achei um jeito de agradecer a Deus pela vida depois do meu infarto, em janeiro de 25: ser ponte! Ou pinguela, que é mais ‘umirdi” e usual aqui na rocinha. Achar uma maneira de ajudar as pessoas sendo o elo para atingi-las, beneficiando-as em suas necessidades. Minha mãe fazia isso, mas usando os préstimos de outras pessoas, mexendo com meio mundo para ajudar a outra metade!!! Eu já uso somente o que posso fazer! Não é muito, mas é a minha parte!
A gente cresce diminuindo o ego e não as pessoas!
E, com certeza meu querido Zé Primo iria gostar dessa minha crônica e me escrever dizendo isso! Aliás, bondade e retidão era a sua área!!




