Um Palmeiras inesquecível

O nosso quase centenário Palmeiras Futebol Clube, fundado em 12 de janeiro de 1924, hoje afastado das atividades esportivas e sociais, formou ao longo das décadas equipes que ficaram marcadas pela qualidade técnica de seus atletas e competência dos dirigentes.

O primeiro título marcante na era profissional ocorreu em 1957, campeão da 3ª Divisão paulista, fato que a todos entusiasmou para o também enorme sucesso obtido nos anos 1960, como por exemplo, a conquista da 4ª Série da 2ª Divisão (1966), que proporcionou acesso à Intermediária do ano seguinte na companhia da Ponte Preta, Paulista de Jundiaí, XV de Piracicaba e Bragantino, entre outros.

Uma breve paralisação no período 1969/1970, para a natural reformulação de elenco e revisão de conceitos por parte da diretoria, e novamente uma grande equipe foi montada pelo Lobo da Vila para a Divisão Intermediária de 1971, campeonato em que se tornou vice-campeão. A glória coube ao Grêmio Catanduvense, que chegou à conquista com apenas uma derrota, 1 a 0, justamente para o nosso alvinegro atuando em Catanduva, no último jogo do returno, gol marcado pelo volante Japonês.

Vamos então conferir, na foto acima, quem fez parte daquele momento histórico do Palmeiras e do futebol sanjoanense: em pé, Agenor Adolfo de Lima (Geléia, diretor), os atletas Everaldo, Ademar (goleiro trazido do Botafogo de Ribeirão), Japonês (contratado depois pelo XV de Piracicaba), Eduardo, Modesto (daqui seguiu para o Atlético Mineiro e chegou à Seleção), Mauri (veio da base do Corinthians), Mazinho, Baiano, Aldo Nora, Júra (treinador) e Radar (auxiliar-técnico); agachados, Joãozinho (ponta que brilhou no Guarani de Campinas na década de 1960), Mauro (trazido da Ponte Preta), Alemão, Adílson (Ponte Preta), Paulinho Platini, Cidinho, Edval, Serginho (Ponte Preta), Mário Mangu e o carismático massagista Chico Preto.

Leivinha Oliveira
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