
Na próxima semana, a placa Mercosul estará valendo em todo o território brasileiro, em substituição ao modelo cinza. Conforme o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), a data-limite para adequação dos Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito) ao novo modelo de identificação veicular está mantida para esta sexta-feira (31). Não há previsão de novo adiamento.
Criado em 2014, o padrão Mercosul já é utilizado há mais de um ano no Brasil. A estreia foi em setembro de 2018, no Rio de Janeiro, e hoje já está disponível em outros dez Estados: Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia e Rio Grande do Sul.
Mais de 4,8 milhões de veículos já circulam com a nova placa no País, informa o Denatran.
O formato também é adotado na Argentina, no Paraguai e no Uruguai, com algumas diferenças em relação à versão brasileira.
O QUE MUDA
Conforme a Resolução 780/2019 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), a partir da virada do mês a placa Mercosul será obrigatória no emplacamento de veículos novos.
Por sua vez, quem possui placa cinza terá de substituí-la pela Mercosul quando houver mudança de categoria do veículo ou furto, extravio, roubo ou dano do dispositivo.
A troca também está prevista em caso de transferência do registro para outro município ou Estado.
Porém, os proprietários que já utilizam a placa Mercosul não terão de comprar outra nessa circunstância, já que o padrão não exibe a cidade onde foi realizado o emplacamento. Pessoas que desejam trocar voluntariamente também podem aderir ao novo modelo.
(Fonte: UOL)



