Dentre os 190 países avaliados pelo Banco Mundial, o Brasil ficou na 109ª posição quando o assunto foi Facilidade de Fazer Negócios, atrás de países como Papua-Nova Guiné, Namíbia, Fiji e El Salvador.
As piores notas, para se chegar a essa avaliação final, foram em: Pagamento de impostos (184ª posição), Obtenção de Alvarás de Construção (175ª posição) e Abertura de empresas (140ª posição). E as melhoras notas foram: Obtendo eletricidade (40ª posição), Execução de contratos e Proteção de investidores minoritários (48ª posição em ambos) e Resolução de insolvência (77ª posição).
Isso não é novidade para quem já se aventurou no empreendedorismo em nosso país, ou notou as dificuldades que a empresa em que trabalha sofre em comparação com empresas estabelecidas em outros países. Mas por que temos que nos preocupar tanto com esse resultado?
As empresas são as geradoras de empregos, salários, serviços e produtos. Com seus funcionários, são responsáveis por transformar conhecimentos em riquezas de um país.
Abrir uma empresa não é tarefa simples, dizem até que a diferença de um louco e um empreendedor é que o segundo consegue convencer mais gente de sua loucura. São sonhadores que colocam toda sua sorte e capital, envolvem toda sua família e amigos, contratam e se responsabilizam por outras famílias, tudo em busca de conquistas e desenvolvimento. Isso é o que move o mundo.

Carol Curimbaba é administradora pela FGV, MBA na FIA e Babson e Empreendedora social

