A expansão da economia brasileira apresenta o surgimento de novos segmentos de trabalho, sendo notável a supervalorização de disciplinas técnicas e humanas, buscando ensinar novas propostas e formações para o trabalho nas empresas, como racionalidade, eficácia e produtividade. Dessa forma, no que se refere à educação, o papel estratégico está centrado na preparação e qualificação profissional para os desafios que a nova organização apresenta, com estratégias para ingressar no mercado.
No decorrer dos anos, considerando somente a produtividade e o lucro, a empresa atuou como uma máquina; e o humano, como engrenagem. Mas, aos poucos, ocorreram mudanças necessárias para a valorização do ser humano, apontando quanto a educação profissional com o desenvolvimento por competências é importante para atender a um novo modelo de gestão de pessoas. É por isso que muitas instituições educacionais estão focando no ensino e no estímulo de conhecimentos, habilidades e atitudes (valores) como os pilares necessários para a formação de um profissional mais competente ao novo modelo de trabalho.
Assim, em um processo de quebra de paradigmas, algumas instituições, como o Senac, substituíram o modelo de avaliação por notas pelo modelo de competências. O processo de avaliação por indicadores que possibilitem a aferição do desenvolvimento ao longo do processo tem demonstrado resultados mais eficientes e eficazes, afinal, a aprendizagem e a avaliação dos conhecimentos fragmentados e descontextualizados não suprem mais as necessidades das empresas.

Adriana Maria Paiva da Costa, docente da área de gestão e negócios do Senac São João da Boa Vista
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