Por Clineida Junqueira Jacomini
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Já tivemos vários: Átila, dos Hunos; Roberto Carlos, na música; Pelé, no futebol; Charles, eternamente (ou quase!), príncipe pela longevidade da mãe rainha… Mas, só Jesus é o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e Nosso Salvador. Nessa semana dita santa sempre fico triste! Por ver/saber o Domingo dito de Ramos quando Jesus entrou montado em seu jumento, demonstrando humildade em Jerusalém e o povo aclamando e abanando seus ramos numa euforia e glorificando Seu nome! Mas, eis que poucos dias depois, esse mesmo povo grita furioso: _Crucifica-o! Crucifica-o! Ísso é muito triste! Quando Mel Gibson lançou seu filme, mais que realista sobre a figura do Mestre todos ficaram horrorizados com a crueldade explícita demonstrada nas telas do mundo todo! Será que a paixão de Cristo foi realmente assim tão cruel e sangrenta. E por que? Alguém entendido respondeu que sim, para demonstrar que o sacrifício vicário do Filho de Deus tinha que ser à altura dos pecados dos homens. De lá para cá, mudou alguma coisa? Sim! E prá pior! Num sermão nessa mesma semana ouvi um teólogo moderno classificar nossa sociedade como ‘líquida’. Estranho, não? Mas, explicava ele: nada é estático, sólido, eterno hoje em dia. Tudo é relativo, efêmero, passageiro… Desde as relações familiares, do casamento às ligações empresariais; do comércio até o clima tão instável ultimamente. Hoje, quando escrevo, o nordeste, sabidamente seco e árido está debaixo de chuvas intensas. O Espírito Santo com mortes e calamidades físicas tristemente retratadas pela mídia… E assim por diante. Do calor extremo de dias atrás para o frio que chegou para aumentar as dores reumáticas dos idosos (leia-se eu!) e assim por diante tudo está mudado, louco, líquido! (literalmente, com a chuva caindo mansa lá fora!). O ser humano parece ter piorado também, não só o clima. Vejam vocês, meus queridos leitores, como o homem/mulher viraram o centro de tudo, senão fisicamente, pelo menos, intencionalmente. Dizemos com a maior naturalidade: O meu cabeleireiro; a minha manicure; a minha dentista; o meu médico… Tudo parece ser nosso, egoístas que somos por natureza. E nas redes sociais (anti!)? Todos querem aparecer! Surgindo a figura do digital influencer que nem tem capacidade para influenciar alguém, mas almejando fazer isso a todo custo!
Nós não somos nada! Perdemos para um vírus verde e peludo que ceifou tantas vidas mundo afora, sejam os povos pobres ou ricos! E agora sofrendo dores incríveis e perdendo vidas, para um reles mosquitinho rajado que ninguém vê, mas que causa tantos estragos em nossa vida moderna!
Então me lembrei de uma historinha que achei uma graça e correu na internet:
“Um jumentinho chegou em casa todo contente e disse para sua mãe:
_ Mãe, você não sabe como sou querido! Fui a Jerusalém e todo mundo me aplaudiu e gritava: _Viva, viva, salve, salve…
Então a mãe perguntou: _ Quem você estava carregando?
_Ah mãe… era um tal de Jesus Cristo!
Então a mãe disse:
_ Amanhã volte lá, mas não carregue ninguém.
No outro dia o jumentinho foi para Jerusalém e voltou triste.
_Mãe, como pode? As pessoas nem me olharam, passei despercebido entre as pessoas e teve gente que até me enxotou!
_É isso, meu filho. Você sem Jesus é apenas um jumentinho!”
Reflexão: _Não somos nada, sem Jesus!
Feliz e Santa Páscoa com Cristo em nós!




