Por Clovis Vieira
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No sábado (5), o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) realizou a primeira edição do Hackthon TSI 2025, maratona de inovação com foco na criação de websites comunicativos e acessíveis. O projeto se pauta no Objetivo de Desenvolvimento sustentável (ODS), ‘Educação de Qualidade para Todos’, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Hackathon significa ‘maratona de programação’; união de duas palavras em inglês: Hack, que significa programar + thon, de Marathon. Monitorados por dois professores, 26 alunos dedicaram-se ao trabalho, organizado como culminância do projeto interdisciplinar do primeiro período do curso de Tecnologia em Sistemas para Internet, no Campus São João. “Enquanto hackathon, este foi o primeiro ano de realização. No entanto, a ideia já era um projeto de sala de aula”, explicou a professora Rosana Ferrareto, responsável pelo projeto junto com o professor Paulo Evaristo.
MASTERCHEF
De acordo com ela, os beneficiários dos resultados levantados no Hackthon TSI 2025, além dos próprios alunos, que ampliam o seu conhecimento, são os educadores como usuários finais. “Esses profissionais que desejam recursos pedagógicos para utilizar em suas aulas de cultura indígena, TDAH, libras, imigração, alfabetização e matemática, entre outros, já podem acessar pela internet os materiais criados na maratona”, afirmou Rosana.
Embora este seja um projeto que simule a realidade para a formação profissional dos alunos participantes, nele foi gerado um produto que está disponível à comunidade. A professora faz uma comparação. “A ideia do Hackathon é como a final do programa de TV ‘Masterchef’: os alunos tinham os ‘ingredientes’ à disposição e no período das 8h às 11h do sábado (5) puderam programar os sites”.
Durante o semestre, em ambas as disciplinas – Língua Portuguesa e Marcação e Layout para Web – os estudantes foram desenvolvendo habilidades e modelando os conteúdos. “Com esses ‘ingredientes’ prontos, cada uma das cinco equipes desenvolveu um site, com a acessibilidade verificada pela pós graduanda em Humanidades, Renata Melo”. Na conclusão, uma apresentação curta e concisa foi introduzida por cada grupo, como argumento de ‘venda’ ao usuário final.




