Por Felipe Melo
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O ator Alex Gruli, natural de São João da Boa Vista, foi recentemente contratado pela Record TV, para participar da novela Reis, atualmente, em exibição às 21h, horário nobre da emissora. Ele irá integrar o núcleo egípcio da nona temporada da novela, que é exibida em formato similar a uma série.

“Meu personagem, Psusennes, é real e existiu de verdade no antigo Egito. Na novela, ele é o irmão da protagonista feminina, Nebset (feita pela atriz Priscila Ubba), e filho do faraó do Egito, Siamun (o ator Gustavo Ottoni). Meu pai faz um acordo com o rei de Israel, Salomão (Guilherme Dellorto) e casa sua filha com ele. Meu personagem está presente em muitos momentos importantes da trama, como no envenenamento do faraó, quando tomo o trono para mim. Psusennes tem um bom coração e faz oposição ao pai, um faraó tirano. Esse embate vai render lindas cenas na trama”, descreveu Alex Gruli.
A novela Reis, não será a primeira atração do ator pela Record TV. “Já tinha feito algumas participações em novelas, mas essa é a segunda novela em que faço um personagem fixo, na Record. Em 2021, fui convidado a fazer a novela Gênesis, outra grande produção do canal, também de muito sucesso. Acredito que esses 23 anos de carreira investindo no teatro e cinema tenham me aberto essa porta. É realmente um convite incrível, muitíssimo importante para qualquer um na minha profissão”, contou.
SÃO JOÃO DA BOA VISTA
Foi no teatro da cidade que tudo começou para o ator, ainda muito jovem. “A primeira vez que fiz teatro em São João foi na quinta série, no Joaquim José, com as professoras Tânia e Márcia. A primeira peça foi meio sem querer, num exercício na sala de aula. Depois, montamos projetos mais bem estruturados que participavam do Festival Estudantil de Teatro. Ao ir para o Anglo São João, comecei a estudar teatro com a professora Marli Marques, com quem fiz grandes espetáculos, que não deviam nada aos espetáculos profissionais de São Paulo, sinceramente”, comentou Gruli.
O ator finaliza relatando sobre o início da carreira profissional e a visão do atual cenário do teatro sanjoanense. “Hoje em dia, não vejo mais em São João o movimento de teatro escolar que me levou a escolher ser ator, uma pena. Quando saí de São João, fui pra Unicamp estudar Artes Cênicas. E aí foi pedrinha por pedrinha, numa construção longa e de muita perseverança na carreira”, disse.


