Por Daniela Prado
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Na noite de segunda-feira (11), pelo canal GNT, foi ao ar o programa ‘Que seja doce’, um reality show voltado para a área de confeitaria. Nele, estavam presentes as sanjoanenses Flávia e Rita Yazbek, conhecidas na cidade por serem proprietárias do Café Lafarrihe.
A reportagem do O MUNICIPIO falou com Flávia, para saber como foi o processo seletivo para integrar o ‘Que seja doce’ e como está sendo esta experiência na vida delas.
“Recebi um convite da produção da GNT para me inscrever. Após a inscrição, passei por um processo de seletivo que durou quase dois meses. Enviei fotos dos doces que trabalho no dia a dia e mais um vídeo, sobre o porquê deveria participar do programa”, contou.

Durante um mês, Flávia fazia testes e dava entrevistas à produção do programa, sem, contudo, saber se havia passado para próxima etapa. “Depois deste período, a produtora do programa me ligou, avisando que eu havia passado e estava dentro do programa. Por ser um reality, comemorei esta vitória em silêncio, infelizmente”, disse, referindo-se ao sigilo, próprio destes formatos de programa.
Flávia pontua que, nesta temporada, o tema é ‘Uma volta ao mundo em 80 doces’, sendo que, cada dia, um país é escolhido para ter suas sobremesas representadas. “O dia que a própria produção do programa escolheu para eu gravar foi de doces sírios libaneses, o que me deixou extremamente feliz, mesmo sendo um doce com muito processo e cheio de detalhes”, observou. E acrescentou que, no programa do qual participou, foram praticamente três provas – uma delas, do seu ‘doce cartão de visita’, em que ela apresentou um bolo de cacau com raspas de laranja, recheado de brigadeiro de pistache, coberto com ganache de chocolate amargo e pralinê de pistache; e duas provas ‘práticas’.
“A primeira foi um doce árabe chamado ataif. É uma massinha recheada com nozes, tâmara, açúcar, raspinhas de laranja. E a segunda prova, que foi extremamente mais difícil, um doce chamado burma, que é um ninho recheado com pistache, amêndoas e damasco. Esse ninho lembra o macarrão aletria, mais conhecido como ‘cabelinho de anjo’, feito fio por fio, até juntar um montante pra poder formar o doce”, explicou.
SATISFAÇÃO COM RESULTADO
Publicitária de formação, bancária por um período e confeiteira por paixão, estudo e dedicação, Flávia reconhece que ser convidada a participar do ‘Que seja doce’, passar por todo o processo e ganhar o prêmio foi algo único.
“Nunca imaginei participar de um programa de TV, muito menos de um reality. E ter ganhado foi algo que me deixou muito feliz e grata. Nunca havia participado de nenhum tipo de gravação, tinha total vergonha… mas, na hora de gravar, os tempos das provas eram tão rápidos que acho que nem passava muita coisa na cabeça, além de conseguir entregar tudo da melhor maneira possível. Espero continuar trabalhando cada vez mais na área de confeitaria. E Que Seja Sempre Doce!”, disse.
SOBRE O PROGRAMA
O programa ‘Que seja doce’ foi o primeiro reality de confeitaria produzido no Brasil.
Está no ar desde 2015, no canal GNT, e é mais dinâmico, pois todos os dias há um participante que já sai campeão, isto é, um vencedor por episódio.
Apresentado pelo chef Felipe Bronze, tem ainda como jurados três chefs renomados da área de confeitaria: Lucas Corazza, Carole Crema e Roberto Strongoli.
‘Que seja doce’ vai ao ar de segunda à sexta-feira, às 19h45.
“Agradeço imensamente o carinho de tanta gente que torceu e vibrou com a conquista, que não é só minha, já que minha mãe foi minha super assistente e sempre será minha melhor inspiração e professora”, finalizou Flávia.




