
De sexta-feira (27) a domingo (29), as performances dos dez atores/ atrizes selecionados para o 10º Monofest – Festival de Monólogos, poderão ser acompanhadas pela TV União (canal aberto 22.1) e nas plataformas digitais YouTube, Facebook e Instagram do Monofest, em horários ainda a serem divulgados pelas redes sociais.
Devido à procura que o evento teve, o júri, composto por Bruna Betito e Vicente Pereira, profissionais da área de Artes Cênicas, deparou-se com uma árdua tarefa, mas o resultado foi alcançado pelos candidatos Jefferson Domingues, de Mogi Guaçu, que apresenta ‘Frida em Cômodo’; Gabriella Garzo, de São João da Boa Vista, com ‘A Caolha – Adaptação do Conto de Júlia Lopes‘; ‘Agreste’, monólogo apresentado por Fernanda Franz, de Poços de Caldas; Mateus Henrique da Costa Corsi Mo, de Caconde, com ‘O Menino que Ganhou um Rio’; ‘Dormindo sobre as Estrelas’, interpretado pelo sanjoanense Silas Marciano; ‘Marina’, pela também sanjoanense Silvia Ferrante; ‘Eu Nego!’, com Tânia Cristina Soares, ‘O lado escuro do meu rosto’, com Laís Beatriz Elídio da Silva, e ‘Ai, Credo!’, interpretado por Alaine Silva, trazem Vargem Grande do Sul para participar do evento; e ‘Escola’ será o monólogo de Giovanna Tramonte, de São João da Boa Vista. Cada candidato recebeu R$ 500 por ter sido classificado.
“Para alguém como eu, que ainda está começando na área, foi muito gratificante ter conseguido essa classificação! Por isso que eventos destinados a artistas amadores como este são tão importantes. Além de trazer os espetáculos para o público, servem de incentivo para quem gosta e quer fazer parte do mundo artístico!”, definiu Giovanna Tramonte, uma das participantes.
Para Gabriella Garzo, outra atriz selecionada, além de ser reconhecido por fomentar a cultura regional e promover intercâmbio de conhecimento entre os profissionais da cena, o Monofest possibilita ao ator se provocar e dar espeço ao novo, ao experimental e ao contemporâneo. “Sim, para mim o Monofest é um Festival de suma importância, principalmente quando se discute sobre os rumos da cultura local”, enfatizou Gabriella.
Renata Cabrera, que junto com Marli Marques idealizou o evento conta que, durante esses 10 anos, a movimentação foi intensa e agregadora, de modo que o Festival conseguiu conquistar um público fiel, que vai assistir às apresentações ‘de peito aberto’, pronto pra rir, chorar, questionar, enfim, para entrar no jogo.
“E ao longo desses dez anos, contamos com pessoas maravilhosas, que compraram a ideia do Monofest e deram total apoio, como a Regina [Peluque, ex-diretora de Cultura] – para ela apresentamos o projeto e ele foi muito bem acolhido; e o Helinho, que da outra ponta da história do Monofest foi sempre extremamente comprometido com o projeto. Particularmente este ano, ele foi fundamental para que a 10ª edição acontecesse. E, em todos esses anos contamos também com o Castilho que, seja se apresentando como convidado no Festival, fazendo as aberturas ou na parte burocrática do departamento de Cultura, sempre foi dedicado e generoso. Enfim, em dez anos, abrimos muitas cortinas, limpamos muito palco, servimos lanche, fizemos muitas amizades, vimos muitas lágrimas de tristeza, mas também de felicidade, corpos no espaço, solitários, mas criando poesia”, finalizou Renata.




