
Aos poucos, a programação da 43ª Semana Guiomar Novaes, que ocorre de 24 a 31 de outubro, em São João da Boa Vista, começa a ser definida e a organização do evento está preparando duas exposições de arte – fotos, quadros e esculturas – com visitação presencial e online.
Seguindo todos os protocolos de prevenção ao novo coronavírus, a exposição presencial, intitulada ‘Reviver’, deverá preencher o espaço na Cidade das Artes: Parque Urbano Municipal ‘Espaço Jovem Osmar Garcia’, localizada à rua Santo Antonio, nº 632, bairro São Benedito (antiga Ceagesp).
No galpão específico de exposições, uma seleção de 90 obras de José Marcondes, que retratam paisagens do campo e aspectos marinhos, ocuparão os painéis que estão sendo montados com o apoio do departamento de Cultura.
Marcondes, artista sanjoanense de 82 anos, é autor de mais de 3.000 obras de arte, inclusive algumas premiadas em renomados salões do Brasil, com influências do neoimpressionismo – movimento artístico elaborado pelo francês Félix Féneon –, sendo muito ligado ao paisagismo.
Sobre a participação na 43ª Semana Guiomar Novaes, ele se diz grato ao convite e avisa que a curadoria será de sua esposa, a professora Maria Célia de Campos Marcondes, membro da Academia de Letras de São João.
“Pensamos numa exposição de cunho cultural, sem comércio, para passarmos aos alunos do que se trata cada tipo de obra. O que é uma obra clássica, obra moderna, impressionismo, abstracionismo, escultura, enfim”, esclareceu Marcondes.
Já a exposição online, cujo curador é o artista plástico Agnaldo Manochio, trata-se da 1ª Mostra ‘São João, Cidade das Artes’, com a proposta de reunir um time de artistas sanjoanenses nas categorias de desenho, pintura, escultura e fotografia.
Esta será lançada provavelmente em 23 de outubro, para que o público de diversas localidades possa prestigiar os trabalhos, direto de suas casas.
“Uma mostra de artes plásticas trazendo os artistas sanjoanenses em atividade, com o objetivo de recuperar o protagonismo de São João como celeiro de artistas, como já foi em um passado não muito remoto, quando a cidade fervilhava em movimentos artísticos e era referência para outras cidades da região”, definiu o curador.
Hélio Correa Fonseca Filho, diretor de Cultura, por sua vez, lembra que a programação ainda não está fechada e que, em contato diário com a Associação Paulista dos Amigos da Arte (Apaa), novas informações e atividades serão divulgadas em breve.



