Empresa sanjoanense produzirá respiradores para hospitais; estimativa é de 1.000 peças

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Um projeto desenvolvido pela Biagio Turbos em parceria com o UniFAE realiza os primeiros testes para produção de respiradores em São João da Boa Vista. A expectativa é que produção possa atingir 1.000 aparelhos inicialmente.

A ideia surgiu com o intuito de somar forças no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). “Como a maioria dos inventos, vários profissionais pensavam em soluções para o problema e cada um tinha uma visão e experiências diferentes. O encontro destas pessoas possibilitou o avanço das pesquisas, até aqui com muito êxito e grandes esperanças”, comentou o reitor Francisco Arten.

“O projeto está sendo desenvolvido por vários pro-fissionais: da área de saúde, engenheiros, pesquisadores e empresários. Cada um tem uma experiência e uma expectativa, mas todos colaborando em etapas diversas para que o projeto tenha êxito”, destacoui

Conforme apurado, muitos profissionais da empresa estão envolvidos nesta iniciativa e vários outros foram chamados para colaborar. Contudo, sua produção fabril prossegue paralelamente.

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PRODUÇÃO

Segundo o reitor, os primeiros equipamentos serão produzidos para testes. Após esta etapa, a expectativa é que a produção inicial chegue até de 1.000 unidades.

“A Biagio está se programando para produzir em série, podendo atender, em breve, muito além da Santa Casa de São João da Boa Vista, que obviamente será a primeira a ser contemplada”, explicou Arten.

O reitor relata que o Centro Universitário, desde o início, vem colaborando para o êxito deste projeto. “Disponibilizamos para a empresa todos os profissionais que eles entenderem necessários e que possam colaborar. Na área da saúde, os profissionais do UniFAE estão à disposição, compartilhando suas experiências e sugestões”, frisou.

‘ÚLTIMO GARGALO’

Desde o início da pandemia, o UniFAE tem disponibilizado todos os seus esforços no sentido de amenizar as consequências e ajudar a região a superar suas dificuldades. “Trabalhar num projeto como esse, poder colaborar, gera uma grande satisfação e sensação de estar fazendo o certo e o máximo possível. A falta de respirador é o ‘último gargalo’ a ser vencido. Obtendo êxito, estaremos não só ajudando nossa região, mas todo o País”.

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