Justiça condena caldeireiro acusado de assassinar enfermeira a 32 anos e 8 meses de prisão

O Tribunal do Júri de Casa Branca condenou o caldeireiro Carlos Alexandre Gomes, 27, a 32 anos e 8 meses de prisão em regime fechado. O réu, que foi acusado de assassinar a enfermeira Lilian Kelly da Silva, 38, no dia 23 de abril de 2017, em Casa Branca, foi a júri popular nesta terça-feira (27).

O julgamento, realizado no Fórum Criminal Ministro Costa Manso, durou mais de 11 horas. A decisão cabe recurso. De acordo com reportagem do G1, a defesa de Gomes não foi localizada para comentar a condenação do cliente.

Julgamento aconteceu no Fórum Criminal Ministro Costa Manso, em Casa Branca — (Foto: Reprodução/Google Street View)

O CRIME

Na ocasião do crime, Lilian foi assassinada com um tiro nas costas e outro na cabeça no dia 23 de abril do ano passado.

Segundo a Polícia Civil, o homicídio aconteceu próximo à Santa Casa da cidade, onde Lilian trabalhava. Testemunhas relataram à polícia que teriam visto o ex-companheiro da enfermeira efetuar os disparos.

Lilian Kelly da Silva foi assassinada pelo ex em 23 de abril de 2017 — (Foto: Reprodução/EPTV)

No dia 27 de abril, quatro dias após o assassinato, o suspeito se entregou à polícia e foi levado à cadeia da cidade.

À época, de acordo com o delegado seccional, Carlos Alberto Fiuza, as investigações sobre o homicídio começaram no próprio dia 23, pouco depois do assassinato, e foi solicitada a prisão temporária do companheiro da vítima.

“Havia um boletim de ocorrência anterior dela contra ele, relatando violência, e testemunhas apontaram a presença dele no local do crime”, havia dito o seccional.

Diante das diligências, o advogado do caldeireiro fez um acordo com a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e o homem se apresentou com a suposta arma do crime, um revólver calibre 38.

Da Redação. (Fonte: G1)

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