Fundação Florestal inicia obras no Bosque da Prata

A Prefeitura de Águas da Prata informou que as obras de reforma e revitalização do Parque Estadual Águas da Prata, conhecido popularmente como Bosque da Prata, foram oficialmente iniciadas. A intervenção estrutural contempla melhorias nos principais pontos do parque, como banheiros, parquinho, fontes e quiosques, que eram alvos de reclamações de munícipes e turistas.

Inoperante: alvo de reclamações de turistas, banheiro do bosque não funciona há anos (Divulgação/Prefeitura Águas da Prata)

As obras serão viabilizadas por meio de recursos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Fundação Florestal, empresa responsável pela administração do local. O investimento total será de R$ 592 mil e a previsão de conclusão é de quatro meses.

Criado em 5 de junho de 2018, o Bosque da Prata abrange 50 hectares de Mata Atlântica e figura entre os principais atrativos turísticos e de preservação ambiental do município e da região.

PLANOS
Entre as ações programadas está a reconstrução integral dos banheiros públicos, desativados por falta de condições de uso desde 2017. O parquinho infantil passará por substituição do pavimento de areia para ampliação do espaço de circulação e receberá a recuperação dos brinquedos de madeira.

O cronograma de obras inclui também a troca de telhados e bancos dos três quiosques de piquenique, a recuperação de todo o calçamento e a instalação de cerca de 200 metros de gradil de proteção ao longo da curva da rodovia.

No âmbito cultural e gastronômico, a antiga base do teleférico será transformada em salas de exposição e um mirante de observação, enquanto as nove instalações de alimentação passarão por padronização visual. As Fontes Vilela receberão reposição de pastilhas e novas torneiras.

AUTONOMIA
A administração municipal de Águas da Prata formalizou um pedido junto à Secretaria Estadual do Meio Ambiente para assumir a gestão direta da área de uso público do parque. A transferência da posse permitirá ao município realizar manutenções preventivas e novas intervenções com maior agilidade administrativa, dispensando trâmites de autorização estadual para ações de conservação.  (M.P)

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