
Nos dias atuais, tem sido cada vez mais frequente encontrar traços de ansiedade, depressão, estresse, entre outras desordens de saúde mental em pessoas das mais diversas faixas etárias, sexos e classes sociais.
Contudo, a necessidade de se submeter às sessões de psicoterapia tem um custo, que nem todos os que precisam dela podem pagar.
Para socorrer este público, a psicóloga Mariana Ricci Betti e o biólogo Antônio Marcos Ayres da Cunha criaram o projeto ‘Bem-me-quero’.
“O projeto Bem-me-quero foi pensado através de conversas sobre oportunidade e acessibilidade, então, com o incentivo de uma grande profissional, que também desenvolve este trabalho no município de Vargem Grande do Sul, foi desenvolvido um local que integrasse acolhimento, bem estar e profissionalismo, localizado no ‘Espaço Integrar’, em São João da Boa Vista”, disseram os idealizadores.
Mariana e Antônio Marcos Ayres da Cunha esclarecem que, por meio de uma visão multiprofissional, busca-se proporcionar saúde mental de maneira acessível. “Atualmente, o Bem-me-quero possui como integrante a psicóloga Aline Cristina Nicola. O projeto teve início em março de 2020 e já prestou atendimento a cerca de 40 pessoas”, pontuaram.
Segundo os criadores deste projeto, o principal objetivo é proporcionar atendimento psicológico de qualidade, de forma acessível a todos, com valores sociais, considerando as condições socioeconômicas de cada um. “O público alvo são crianças, adolescentes e adultos”, Mariana e Cunha completaram.
Os interessados podem ser atendidos mediante agendamento de consulta por contato telefônico ou pelas redes sociais. Os telefones para contato são (19) 97133-3297 e (19) 99703-8802. Já as redes sociais habilitadas ao atendimento são Instagram @esp_integrar e Facebook/EspaçoIntegrar.
“O atendimento tem duração de 50 minutos, como usual nas consultas ‘convencionais’. Se houver necessidade, pode ocorrer mais de um atendimento por semana, de acordo com o caso e a necessidade. Entretanto, normalmente ocorre uma vez na semana”, enfatizou Mariana.
Cunha, por sua vez, ressaltou que não é necessária a comprovação de renda para ser assistido pelo ‘Bem-me-queo’, visto que o projeto tem propósito de ser acessível a todos.
“Na primeira sessão é realizada uma anamnese (entrevista) sobre histórico familiar e informações do paciente e, neste momento, é acordado com o psicólogo o valor das sessões, dentro das possibilidades da pessoa e da organização do projeto”, finalizam os fundadores do ‘Bem-me-quero’.


