Polícia encontra criança de dois anos morta a tiros em casa

Uma criança de dois anos foi encontrada morta a tiros dentro da casa do pai, de 39 anos, na noite de segunda-feira (5), em Poços de Caldas (MG). O homem também foi encontrado morto no imóvel e é apontado pela Polícia Militar como principal suspeito. A Polícia Civil investiga o caso.

Segundo a PM, a mãe relatou que o ex-companheiro havia buscado o filho para passar a tarde com ele. Como a criança não foi devolvida no horário combinado e o homem não atendia às ligações, ela foi até a residência acompanhada de um familiar. Após conseguir acesso ao imóvel com a ajuda de um vizinho, o homem e a criança foram encontrados já sem vida.

Durante os trabalhos, foram identificados ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Uma pistola foi encontrada próxima ao homem. Conforme o registro da ocorrência, os peritos também localizaram um revólver calibre .38 e uma espingarda calibre 12, além de munições, um simulacro de arma de fogo e um spray de pimenta. Os materiais foram apreendidos.

O homem seria cabo da Polícia Militar e atuava em Vargem Grande do Sul. Segundo a PM, não foram encontrados, nos sistemas consultados, registros anteriores de ocorrências de violência doméstica envolvendo o casal.

Ocorrência: caso aconteceu em Poços de Caldas; o suspeito seria cabo da Polícia Militar em Vargem Grande do Sul (Divulgação/Marcos Corrêa)

Desgaste
Estaria desgastada a relação entre a prefeitura e a Câmara Municipal? As últimas votações na Casa de Leis indicam que há, pelo menos, um cenário de divergências. Mais uma vez, um projeto enviado pelo prefeito Vanderlei Borges de Carvalho (PSD) foi rejeitado por unanimidade pelos 15 vereadores.

Não passou
Os vereadores barraram, na segunda-feira (5), o Projeto de Lei Complementar nº 72/2026, que tratava da prestação do serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos, autorizava o Cemmil a representar o município em convênio com uma entidade reguladora e previa mudanças no Código Tributário Municipal.

Motivos
No caso da taxa do lixo, a Câmara temia que o projeto poderia tirar do município o controle sobre a cobrança e aumentar a conta, principalmente para famílias de baixa renda. A alegação é de quem hoje paga cerca de R$ 30 por ano poderia passar a pagar até R$ 40 por mês.

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