Por Bruno Manson
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Interditada desde o dia 9 de janeiro por questões de segurança, a ponte da rua Campos Sales está recebendo melhorias e a expectativa da Prefeitura de São João da Boa Vista é que a obra seja concluída em até 60 dias.
De acordo com o Departamento Municipal de Gestão e Planejamento Urbano, os serviços de reforço do muro lateral da ponte são realizados, além de melhorias no emissário de esgoto, em parceria com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Na primeira semana de setembro, a empresa responsável pela construção iniciará o escoramento do tabuleiro para a instalação das vigas de reforço projetadas.

ESTRUTURA ANTIGA
Considerada uma importante ligação entre bairros da cidade, a ponte da rua Campos Sales foi interditada ao tráfego por motivos de segurança. A estrutura é bastante antiga e apresentava sérios problemas em suas fundações, originalmente construídas sobre paredes de pedra — tanto nas laterais quanto no pilar central.
Sob a ponte passam duas galerias de água, sendo uma utilizada como extravasor do Córrego São João. No local também existem estruturas importantes: uma caixa de concreto da Sabesp e emissários de esgoto com 50 centímetros de diâmetro, que limitam a altura de passagem da água.
INTERDIÇÃO
Em 2024, uma escavação foi realizada para aumentar a vazão do córrego e melhorar o escoamento. No entanto, a presença dessas estruturas impediu a continuidade do serviço e a escavação acabou rebaixando o leito do rio além do nível das fundações em pedra. Isso causou risco de erosão e acomodação da estrutura, comprometendo ainda mais a estabilidade da ponte.
Diante deste problema, a prefeitura determinou a interdição do trecho, uma vez que a passagem constante de veículos — especialmente os mais pesados — poderia agravar os danos e colocar vidas em risco, inclusive de moradores das imediações.
Com a interdição, a administração municipal contratou uma empresa para elaborar um diagnóstico detalhado, ocasião em que foi proposta a solução de reforço estrutural e a recuperação das fundações.
Em julho, o Departamento de Obras iniciou a primeira etapa da intervenção, com a limpeza do local e construção de uma base de concreto para proteger os apoios da ponte e conter a erosão. A Defesa Civil tem acompanhado o caso desde o início, inclusive participando da decisão pela interdição e também dos estudos técnicos.





Poderiam também dar cabo nos muros HORROROSOS que foram erguidos na guardas da ponte, quem passava por ali, nem tinha idéia que ali passava o córrego.