Por Pedro Souza
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A Seleção Brasileira Feminina de Cricket está na Argentina para disputar o ICC Women’s T20 World Cup Americas Qualifier, torneio que garante uma vaga para o Mundial Feminino da modalidade em 2026. A competição, que reúne Brasil, Argentina, Estados Unidos e Canadá, segue até a terça-feira (18) e promete jogos intensos na busca pela classificação.

O Brasil estreou com uma vitória convincente sobre a Argentina por 68 a 44, mas sofreu derrotas para os Estados Unidos, por 105 a 29, e Canadá, por 58 a 56. Com mais partidas programadas até segunda-feira (17), a equipe segue focada na briga pelo topo da tabela.
Entre as atletas que representam o Brasil na competição estão Carolina Nascimento, Laura Cardoso, Maria Eduarda Mcgahey-Ribeiro, Maria Luiza Garcia, Lindsay Villas Boas, Evelyn Muller e Ana Clara Sabino. Todas cursam faculdade no UniFAE, nos cursos de Educação Física, Fisioterapia e Ciências Contábeis. O comando técnico fica por conta de Luis Felipe ‘Xipinho’ Pinheiro, que trabalha com a equipe em busca do desenvolvimento da modalidade no país e que também é graduado em Educação Física pelo Centro Universitário.
ASCENSÃO
O cricket tem crescido no Brasil, especialmente em regiões como Poços de Caldas, Águas da Prata, Aguaí e São João, onde projetos sociais têm levado o esporte a clubes, escolas e comunidades periféricas. Atualmente, cerca de 10 mil jovens praticam a modalidade, reflexo do investimento em formação e estrutura.
Outro ponto importante para o crescimento do cricket no país é o apoio da Confederação Brasileira de Cricket, que busca fortalecer as seleções masculina e feminina para os desafios internacionais. O esporte estará presente na Olimpíada de Los Angeles, em 2028, o que aumenta a expectativa e o empenho dos atletas em representar o Brasil no mais alto nível.
Com um futuro promissor e resultados expressivos, a Seleção Brasileira Feminina segue lutando por um lugar no Mundial de 2026 e pela consolidação do cricket no cenário esportivo nacional.
“Feliz de ver o número de crianças que vem crescendo no esporte, além de jogadores e jogadoras que já estão buscando uma profissão em nossos cursos. Esse é o papel do UniFAE, fazendo o melhor com a nossa sociedade local e regional”, concluiu o reitor do Centro Universitário, doutor Marco Aurélio Ferreira.




