Postos policiais são pontos de apoio ao cidadão sanjoanense

Por Clovis Vieira
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Leitores e assinantes do O MUNICIPIO têm questionado a real função dos postos policiais instalados na cidade: um deles na praça Cel. Joaquim José e outro na rua Henrique Cabral de Vasconcellos. “Nem sempre eles estão abertos! E se acontecer uma emergência?”, perguntou um leitor, que prefere o anonimato.

Praças: Cel. Joaquim José e Henrique C. Vasconcelos têm postos policiais disponíveis (Clovis Vieira/O MUNICIPIO)

Para conhecer mais sobre esse serviço prestado pela Polícia Militar em São João, a reportagem conversou com o capitão PM Daniel Ferreira Lopes, que fez importantes esclarecimentos sobre esses locais. “Esses postos são pontos de apoio, tanto para a população, que pode chegar até eles e encontrar os policiais militares, quanto para esses policiais. As cabines oferecerem condições de tomarmos água, usarmos o banheiro, ajustarmos um equipamento…”.

O militar informou, também, que hoje esses postos não dispõem de um policial militar escalado diuturnamente. “Eles atendem mais o efetivo que está em serviço nas ruas, em patrulhamento nas viaturas onde esteja acontecendo um crime; quando passam por ali e podem tomar água, usar o banheiro e também atender o cidadão”. O capitão disse que, estando nos postos policiais, os militares podem tomar todas as providências que forem necessárias para atender à população.

Importante ressaltar que, durante o dia, quando em patrulhamento, os policiais passam pelos postos e param, auxiliando em momentos de maior circulação de pessoas como a abertura e fechamento do comércio, em horários de saída de escolas, quando podem prestar seus serviços.

LIGUE 190

O policial militar informou que o telefone de emergência 190 é movimentado o tempo todo. Ele explica que o 190 é o sistema prioritário de atendimento da Polícia Militar. “E nós procuramos dispor do maior número de policiais para realizar esse atendimento no menor tempo possível. É claro que com todos esses festejos, a procura acaba aumentando muito, mas nós estamos aqui para isso”.

“Hoje, quando um cidadão faz essa ligação, ela cai no Centro de Operações, localizado em Piracicaba (SP). O policial de lá atende esse chamado, cadastra a ocorrência, anota todos os detalhes, solicita todas as orientações para nortear o atendimento da viatura”. Em seguida, essa ocorrência entre no sistema, que faz a leitura de acordo com uma lista de prioridades.

Risco à vida, uso de arma de fogo, alguém em algum tipo de perigo são ameaças que fazem parte dessas prioridades. “Dali, o sistema seleciona a principal ocorrência e um outro policial, o despachador, encaminha essa ocorrência para a viatura”. O capital explica a necessidade de informar detalhes na chamada ao 190, incluindo pontos de referência da cidade de onde partiu o chamado. De acordo com ele, é grande a média mensal de chamados pelo telefone de emergência 190.

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