
A notícia da morte do ator norte americano Chadwick Boseman, estrela de ‘Pantera Negra’, ocorrida na sexta-feira (28), aos 43 anos, vítima do câncer de colo, teve repercussão mundial.
A família revelou que ele gravou este e outros filmes, entre cirurgias e sessões de quimioterapia.
Muitas homenagens foram e estão sendo feitas a Boseman e em São João da Boa Vista, alguns cinéfilos também se manifestaram.
“A gente reunia as amigas para jantar e assistir ‘Pantera Negra’ porque, na minha opinião pelo menos, a beleza dele era impecável, não conseguia achar nenhum defeito (risos). Fiquei muito triste com a morte dele, acabou com meu fim de semana. Impressionante é ele ter feito tudo que fez, ao mesmo tempo em que enfrentava o câncer”, observou Jenny Rugeroni, bancária e escritora.
Gabriel Martins, diretor de vídeos, concorda que Boseman revolucionou o mercado cinematográfico, ao interpretar um super herói negro, elevando a etnia a um vetor de idolatria para jovens negros, que raramente se viam representados dessa forma.
“Vivemos em uma época onde os filmes baseados em HQ são as grandes tendências cinematográficas. O principal público desse tipo de obra são crianças e adolescentes que precisam se identificar com um ‘herói’, para contornar fases difíceis e buscar motivação nessa fase turbulenta. Dessa forma, ‘Pantera Negra’ trouxe uma mensagem social implícita”, disse ele.
A cinéfila Anna Zanetti, como o mundo inteiro, confessa também ter ficado surpresa e muito triste com a morte de Boseman e, no trailer de um filme de Spike Lee, o notou mais magro.
“O legado que ele deixa é irretocável. E sua morte, que pegou quase todos de surpresa, tem um impacto que acaba sendo benéfico porque ele é um ator que trouxe à baila o orgulho de ser preto, o que eu considero muito importante”, finalizou Anna.




