Integrantes de ‘campanha do ódio’ comentam investigação da Polícia Civil

Print vazado: membro se diz ‘perseguido’ ao saber da investigação (Reprodução/Redes Sociais)

Após a publicação da matéria feita com exclusividade pelo O MUNICIPIO sobre a ‘campanha do ódio’ investigada pela Polícia Civil, alguns integrantes do grupo de WhatsApp ‘Comércio Unido Trabalhar’ se manifestaram sobre a repercussão do caso.

Em troca de mensagens, alguns participantes tentam descredibilizar a denúncia e os denunciantes, enquanto que outros alegaram se sentir ‘censurados’ e ‘perseguidos’ por serem investigados. “A liberdade de expressão está sendo suprimida neste País. Agora estamos sentindo isso na pele. Daqui a pouco nos contentaremos com migalhas”, relatou um dos membros. Em meio ao debate, o que mais chama atenção é que nenhum deles rebateu as acusações pelos quais são investigados.

O caso veio à tona após as denúncias da Câmara Municipal e, posteriormente, do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT-SP). Em oficio encaminhado à Polícia Civil e ao Ministério Público, o parlamentar apresenta cópia das conversas trocadas entre os internautas. O teor das mensagens varia desde à disseminação de fake news a uma verdadeira ‘campanha de ódio’, com ofensas pessoais a políticos e autoridades locais, além da arquitetação de ideias para burlar as medidas de restrição das atividades comerciais. Contudo, o mais grave são as ameaças de agressões físicas aos fiscais que estiverem no cumprimento do trabalho.

A Polícia Civil já apreendeu o celular de um dos participantes e prossegue com a apuração do caso.

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