Orquestra Brasileira Inclusiva busca apoio para expansão

Mais alunos: contribuição possibilita ampliar número deles (Arquivo/Orquestra Brasileira Inclusiva)

A Orquestra Brasileira Inclusiva (OBI), que há quatro anos oferece ensino diferenciado de música a jovens com síndrome de Down e deficiência intelectual, está com planos de expandir o atendimento, abrindo espaço para que profissionais de outras áreas possam atuar junto aos alunos.

Carlos Henrique Toni, maestro e professor na Orquestra, adianta que, entre as metas e sonhos está a abertura da ‘Associação dos Amigos da Orquestra Brasileira Inclusiva’, que contará com sede adaptada para atender os mais variados casos, contratação de uma terapeuta ocupacional e de estagiários de pedagogia, além de 10 músicos de apoio para a formação sólida da Orquestra.

Outros planos são a elaboração de workshops e concertos gratuitos, compra de instrumentos profissionais e, claro, abrir novas vagas, ampliando assim o número de alunos.

Para captação de recursos que irão viabilizar a realização desses projetos, está aberta a vakinha virtual (vaka.me/1050323), que pode ser acessada no www.vakinha.com.br/vaquinha/orquestra-brasileira-inclusiva. Toni destaca que, até o último domingo (24), 25 pessoas já haviam contribuído.

“Com essa ajuda, que agradeço muito, eu já realizo algumas ações, mas precisaria de um número bem maior para realizar o projeto na íntegra. Para ajudar é só entrar nas redes sociais — facebook.com/orquestrabrasileirainclusiva, Instagram @orquestrabrasileirainclusa ou então pelo número (19) 98101-7435”, finalizou o maestro.

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