
O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e o irmão Assis, conseguiram na terça-feira (7) a mudança de regime para prisão domiciliar. Ambos ficaram 32 dias em uma cadeia em Assunção, no Paraguai.
A dupla ficará em um hotel na capital paraguaia, enquanto esperam o desenrolar do processo ao qual respondem por terem entrado no país com documentos adulterados, no início de março.
Ronaldinho e Assis ficaram presos na Agrupación Especializada, quartel da Polícia Nacional do Paraguai transformado em cadeia de segurança máxima. O juiz determinou que os irmãos tenham custódia policial permanente no hotel.
ENTENDA O CASO
No dia 4 de março, Ronaldinho e Assis chegarem no Paraguai e receberam a visita de autoridades no hotel que estavam. Os dois passaram a noite sob custódia e, no dia seguinte, contaram ao Ministério Público tudo o que sabiam. Admitiram que tentaram entrar no país com aqueles documentos, mas que não sabiam serem falsos.
O MP enquadrou os irmãos numa figura jurídica chamada ‘critério de oportunidade’, que permite aos réus não serem acusados formalmente pelos crimes que cometeram, desde que consigam reparar o dano causado.
A justiça não aceitou dar o ‘critério de oportunidade’ para Ronaldinho e Assis. O MP mudou a posição e pediu a prisão preventiva dos irmãos. No dia 6 de março os irmãos foram detidos e levados para a cadeia. Desde então três recursos apresentados pela defesa de Ronaldinho foram negados pela Justiça.




