Regras do futebol vão mudar em junho

Novas regras: Sandro Meira Ricci em ação na Copa do Mundo da Rússia (Reproduação)

Mesmo com o mundo esportivo ‘paralisado’ devido à pandemia do novo coronavírus, a International Board (IFAB), órgão responsável por mudanças ou manutenções nas regras do esporte em todo o planeta, divulgou na terça-feira (7) novas mudanças na modalidade para a temporada 2020/21. As novas regras passam a valer a partir do dia 1º de junho.

As competições que iniciarem antes desta data podem escolher se implementam as orientações neste ano ou apenas na edição seguinte.

Os torneios congelados por conta da pandemia têm duas opções: concluir a disputa com as regras da temporada 2019/20 ou adotar, imediatamente, as normas para 2020/21.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não definiu se adotará as novas regras para as competições que começam antes de junho ou apenas na próxima temporada.

NOVAS REGRAS

A IFAB promoveu seis mudanças nas regras do futebol, confira:

– Quando uma partida for definida nas decisões por pênaltis, os cartões aplicados aos jogadores durante o tempo normal e a prorrogação não serão considerados nas penalidades;

– Nas cobranças de pênaltis, se o goleiro cometer uma infração, a primeira advertência será verbal e, se houver reincidência, será aplicado cartão amarelo;

– Será aplicado o cartão amarelo para o jogador que não respeitar os quatro metros de distância no bola ao chão;

– Os goleiros não serão penalizados por qualquer infração se, após a execução de uma penalidade, a bola não entrou no gol nem se recuperou dele (sem ser tocada pelo goleiro), a menos que o ataque afete claramente o cobrador. Antes, pela regra, o pênalti deveria ser cobrado novamente se o goleiro se adiantasse e o cobrador cobrasse na trave, para fora ou houvesse a defesa;

– A mão ‘acidental’ de um atacante ou companheiro de equipe será marcada se o contato ocorrer imediatamente antes de marcar um gol ou uma chance clara;

– Infração por mão: o limite superior do braço coincide com o ponto mais baixo da axila, ou seja, a região da manga curta da camisa é considerada não ‘mão’. Nos termos usados pela IFAB, ‘o fim da manga da camisa’.

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