
O doce de leite de búfala produzido por um laticínio à Serra da Paulista, em São João, foi destaque em reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, na última sexta-feira (14), bem como na página Paladar Comida, no Portal do Estadão.
No conteúdo, sob o título ‘Doce de leite artesanal retorna ao básico e ganha versões com outros leites’, a guloseima, seja feita por leite de vaca, búfala, cabra ou ovelha, trata que a nova leva de produtores brasileiros usa menos açúcar e nada de espessantes nas receitas.
Entre produtores ouvidos na reportagem de Danielle Nagase, Fabio Montezuma, do laticínio que leva seu sobrenome e também integrante da Associação dos Amigos da Serra da Paulista, falou pouco, mas o suficiente para apresentar o doce produzido pela sua empresa.
“A receita basicamente é a mesma, com variações na quantidade de açúcar. O segredo é trabalhar com leite tirado no dia”, disse, e completou: “O dia passa, o leite muda”.
Sendo assim, o leite de búfala de rebanho próprio vira doce de leite de segunda a domingo. Cem litros de leite por semana rendem quase 40 potes do doce encorpado, que tem cor de caramelo e sabor de toffee.
No texto, Fábio conta ainda que, certa vez, durante um evento, um cliente argentino, até então ressabiado, provou o doce de leite de búfala e ficou encantado. “Quanto é?”
“Não é nada”, retrucou. “Só quero que você leve um pote, tire uma foto em frente à Casa Rosada e diga que foi o melhor doce de leite que já comeu.”
“Prefiro pagar do que assinar minha sentença de morte”, recebeu em resposta.




