
FRANCO JUNIOR
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O reitor do UniFEOB, João Otávio Bastos Junqueira, esteve em Brasília na última semana, de 9 a 12, onde participou de debates e eventos para discutir a educação superior no Brasil, em especial o financiamento estudantil.
João Otávio, que esteve em uma audiência pública no Senado, em um Congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes) e em um Seminário do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), diz que o grande problema da educação superior no país atualmente é o financiamento.
“O Fies, que chegou a atender mais de 730 mil novos contratos por ano em 2014, despencou para cerca de 50 mil contratos em 2019 e com redução brutal na taxa matrícula dos alunos, provando que o problema é financiamento”, aponta.
O reitor do UniFEOB, que também é presidente da Abruc (Associação Brasileira das Instituições Comunitárias de Educação Superior), revela que a entidade tem uma proposta que visa reformular o financiamento estudantil, implantando uma espécie de novo Fies.
“O objetivo é atender mais gente. A proposta nova é que os financiamentos sejam pagos em função do aumento de renda que o aluno vai ter depois de formado. É um modelo australiano que conhecemos quando visitamos aquele país e estamos ajudando e participando do debate para implantá-lo aqui no Brasil, junto com a Embaixada da Austrália”, conta o reitor, que também participou de um coquetel com o embaixador australiano, na sede da Embaixada do país em Brasília.




