Proprietário de boate de São João é preso suspeito de tráfico de drogas

O proprietário de uma boate de São João da Boa Vista (SP) foi preso por suspeita de tráfico de drogas na tarde de segunda-feira (1º), em decorrência da segunda fase da Operação Canastra, desencadeada pela Polícia Civil de Casa Branca (SP), distante cerca de 44,1 km de São João.

O suspeito, que não teve a identidade revelada pela polícia, foi preso no próprio estabelecimento, localizado às margens da rodovia Dom Tomás Vaquero (SP-344), que liga São João a Vargem Grande do Sul.

O homem teve a prisão preventiva decretada e foi levado à Cadeia Pública de Casa Branca, onde ficará até ser transferido à penitenciária de Serra Azul.

Prisão preventiva foi decretada e proprietário da boate levado à Cadeia de Casa Branca (SP) – (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Conforme informações do portal de notícias G1, que fez contato com o advogado do suspeito, a defesa não pode se manifestar porque o advogado estaria em uma audiência e atenderia apenas nesta quarta-feira (3).

De acordo com Celso Itaroti, delegado de Casa Branca que coordena as investigações, o envolvimento do dono da boate foi constatado após análise de mensagens por aplicativo trocadas e que estavam em celulares apreendidos na ocasião dos primeiros mandados de busca e apreensão realizados no mês de março.

Segundo a polícia, o homem responderá pelos crimes de tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico.

Boate fica localizada às margens da rodovia que liga São João a Vargem Grande do Sul – (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

OPERAÇÃO CANASTRA

A Canastra é resultado de uma investigação que começou em janeiro de 2018 e que tem por objetivo o combate ao tráfico de drogas e a corrupções de menores e aconteceu em decorrência da prisão de um traficante conhecido como Espanhol, em um bar de Caconde (SP), em setembro.

Na primeira etapa da força-tarefa, 12 pessoas foram presas, entre elas uma mulher, além de uma adolescente apreendida. Ao menos 60 policiais e um cão farejador participaram da operação que cumpriu 30 mandados de busca e apreensão e 17 de prisão.

Segundo o delegado Itaroti, essa é uma operação diferenciada, pois começou identificando o comandante do tráfico para encontrar os outros envolvidos no tráfico posteriormente. Nas próximas semanas, mais mandados de prisão deverão ser cumpridos.

Da Redação. (Fonte: G1)

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