O Superior Provincial da Congregação do Santíssimo Redentor, padre Marlos Aurélio da Silva, anunciou a transferência do atual pároco do Santuário do Perpétuo Socorro em São João da Boa Vista, padre Ademir Gonçalves. No seu lugar assume o padre Carlos Alberto Baptistine, que já está na paróquia desde 2015 e atualmente é o vigário paroquial.
Vale ressaltar que o Santuário do Perpétuo é de responsabilidade da Congregação do Santíssimo Redentor, os Redentoristas, sendo seu superior o responsável pelas transferências e nomeações. Porém, o nome indicado sempre precisa passar pelo aval do bispo local e padre Baptistine foi aceito por Dom Antônio Emídio Vilar.

O futuro pároco disse ao O MUNICIPIO que a responsabilidade é grande. “Estou aqui com este novo desafio. Muita coisa precisa ser mexida no Perpétuo. Algumas estruturas são antigas, os vitrais são os mesmos desde 1941 e agora estamos tentando fazer os eventos para recompor aquela massa que já está envelhecida”, revela.
Questionado sobre a marca que pretende deixar como pároco, Baptistine afirma que é acolher as pessoas. “Amo fazer o que meu pároco em São Simão/SP fazia, parado na porta, recebendo o povo. Então eu gosto de ficar na porta, acolhendo o povo, conversando. Um compromisso de acolhimento. Unidos vamos trabalhar”, garante.
Outro desafio que ele pretende vencer é o resgate da juventude no Perpétuo. “Já tivemos uma juventude forte e quero resgatar. Temos os adultos e as crianças e estão faltando os jovens”.
Padre Baptistine será empossado pelo bispo Dom Vilar em 1º de março, mas já está assumindo os trabalhos.

VIDA
Padre Carlos Alberto Baptistine nasceu em São Simão, pequena cidade ao lado de Ribeirão Preto. Saiu de lá em 1992 para fazer o Propedêutico, em Sacramento/MG. Em São Paulo, na Universidade de São Francisco, fez os três anos de Filosofia, de onde seguiu para Tietê, para fazer o Noviciado. Neste período de um ano de reclusão e oração, conheceu tudo sobre a Congregação Redentorista.
Em seguida, foi para São Paulo, onde após mais quatro anos de estudos, foi ao Santuário Nacional de Aparecida. “Morei lá de 2001 a 2006”, lembra.
Em 2009 e 2010 esteve em Diadema e depois foi para Araraquara, onde permaneceu até 2015, quando foi transferido para São João da Boa Vista.
Por Reinaldo Benedetti.




