População aguarda pela implantação do Saúde Digital

O projeto Saúde Digital deverá ser implantado, em breve, na rede municipal de São João da Boa Vista para trazer inovações, agilidade e eficiência. Trata-se de um portal eletrônico estruturado para otimizar o acesso de quem depende da saúde pública. A prefeitura informou ao O MUNICIPIO que o cidadão poderá acessar e monitorar o portal de forma direta, tanto de informações médicas pessoais quanto de dados gerais de atendimento do município.

Agilidade: cidadão poderá acessar e monitorar o sistema (Reprodução)

Atualmente, os munícipes já recebem avisos do Departamento de Saúde, pelo WhatsApp, sobre consultas agendadas nas unidades de saúde. No entanto, o portal será mais completo. Quem está esperando por exame, cirurgia ou precisa saber se determinado medicamento está disponível na rede municipal, por exemplo, poderá fazer o acompanhamento pela internet.

PRAZOS
A reportagem solicitou ao Executivo quais são os prazos para a implantação do projeto, mas ainda não há datas específicas. “Atualmente, a plataforma encontra-se em fase de testes operacionais e de segurança. A previsão técnica para a conclusão desta etapa e o início do funcionamento oficial do sistema é até a metade do presente quadrimestre”, afirmou.

FUNCIONALIDADES
A administração municipal explicou que o portal integrará ferramentas voltadas à transparência e à eficiência no atendimento ao paciente. As funcionalidades previstas incluem consulta da posição do paciente nas filas para exames e cirurgias da rede, sistema de notificações e lembretes sobre consultas agendadas, emissão de avisos informativos relacionados à disponibilidade de medicamentos, consulta ao catálogo de medicamentos FarmaSus, incluindo a listagem de medicamentos controlados e a verificação de estoque nas unidades de saúde de São João.

SEM CUSTO
De acordo com o Executivo sanjoanense, a implantação da plataforma já está contemplada no alvo do contrato global vigente com a empresa terceirizada responsável pelo sistema eletrônico das unidades e serviços de saúde.  “Dessa forma, o projeto não gera um custo adicional específico aos cofres públicos”, garantiu.                          (M.G)

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