Por Clovis Vieira
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Antônio Artequilino, que possui formação acadêmica eclética e consistente, e publica mensalmente seus artigos das edições de quarta-feira do O MUNICIPIO, finalizas os preparativos para lançar mais quatro livros, dois deles em agosto: ‘Além do Tejo: a poesia habita no coração de Évora’ é uma obra que oferece a síntese das percepções, constatações, vivências, aprendizados, reflexões, ideias e sentimentos dele; e ‘Um pai, três filhos e a vastidão do amor – Prosa e verso na escrita da vida!’, a qual apresenta uma coletânea de textos que abordam questões relacionadas à paternidade, encontro de diferentes gerações e peculiares visões de mundo.

As outras duas obras ainda estão em finalização. Artequilino está em conversação com a presidência da Academia de Letras de São João da Boa Vista, visando realizar uma noite de autógrafos das duas obras realizadas.
Além destes trabalhos, ele já publicou outros quatro livros: ‘Em nome dos silenciados’ e ‘Leitura na prisão’, ambos em 2012; ‘Sindicatos dos trabalhadores bancários: formações discursivas em concorrência’, em 2020; e ‘Manual do Empreendedorismo Feminino’, em 2023.
“Como escritor, minha motivação para criar obras acadêmicas, didáticas e literárias nasce de um desejo profundo de compartilhar conhecimento, inspirar reflexão e tentar tocar o coração das pessoas. Nas obras acadêmicas, busco contribuir para o avanço do saber, ajudando a esclarecer ideias complexas e promovendo o desenvolvimento intelectual”, afirmou Artequilino.
Sobre o seu processo criativo, destacou: “Na maior parte do tempo, a realidade nos impõe o dissabor de conviver com pessoas problemáticas no campo das relações conflitivas, agressivas e desrespeitosas, não apenas no ambiente digital da internet, mas também no trânsito das cidades, no local de trabalho, na rua, na escola e até mesmo no próprio lar”. E defende que “nesses tempos sombrios de alienação, apatia, indiferença e extremismos, temos o dever de optar pela independência intelectual e abraçar um forte compromisso ético-estético-político com todas as formas de vida no nosso planeta”.
ESCREVER POESIA
A obra ‘Leitura na Prisão’ é composta por poemas de sua autoria. “A poesia que cultivo defende o amor como única e possível via para encontrarmos a felicidade e conquistarmos o bem comum. Refiro-me ao amor altruísta que rejeita as futilidades de uma sociedade que faz do consumo a sua razão de viver”, afirmou.
O escritor ainda disse que, em sua visão, o ‘ter’ deve ceder lugar para o ‘ser’ na sua “mais bonita e elevada manifestação: perdão, justiça, afeto, confiança, diálogo, humildade, carinho, ternura, paciência, brandura, esperança e amabilidade”.




