Por Bruno Manson
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A Polícia Militar Ambiental e o Ministério Público deflagraram mais uma edição da Operação Huracan em todo o Estado de São Paulo. Realizada na quinta e sexta-feira (23 e 24), a ação foi focada na prevenção de incêndios florestais e seus impactos na saúde pública.
A força-tarefa, que acontece no período de pré-estiagem, inclui a vistoria de propriedades rurais e a orientação aos proprietários sobre medidas de prevenção, como a manutenção adequada dos aceiros e a correta implementação de planos de prevenção contra as queimadas.

As equipes – que contam com efetivos dos cinco batalhões da PM Ambiental e promotores de Justiça – também percorrem trechos de aceiros, margens de rodovias e zonas de unidades de conservação para garantir a proteção das áreas naturais e evitar a propagação de incêndios. Cerca de 450 policiais participaram da mobilização, seguindo um planejamento estratégico elaborado para direcionar eficazmente as fiscalizações em campo.
BALÕES
A operação também tem o objetivo de combater a fabricação ilegal de balões, uma atividade que apresenta riscos significativos à segurança pública e ao meio ambiente. Os artefatos podem causar incêndios em áreas residenciais, industriais e florestais, além de representar perigo para a segurança de aeronaves.
A Polícia Militar Ambiental reforça que fabricar, vender, transportar e soltar balões é crime previsto no artigo 42 da Lei nº 9.605/98. Os envolvidos também podem ser responsabilizados por atentar contra a navegação aérea, conforme o artigo 261 do Código Penal.
MOBILIZAÇÃO
A Operação Huracan, cujo nome faz alusão ao deus maia das catástrofes naturais, inclui um componente didático importante, com ações de educação ambiental nas redes sociais para conscientizar a população. “A Operação Huracan representa um esforço significativo para proteger o meio ambiente e a segurança pública, promovendo a prevenção de incêndios e a conscientização da sociedade”, informou a PM Ambiental.




