Por Clovis Vieira
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O psicólogo e autor Daniel Goleman, em sua obra “inteligência Emocional’ (1996), descreve a inteligência emocional como “a capacidade de uma pessoa de gerenciar seus sentimentos, de modo que eles sejam expressos de maneira apropriada e eficaz. Segundo o psicólogo, o controle das emoções é essencial para o desenvolvimento da inteligência de um indivíduo”.

A psicopedagoga e terapeuta familiar sanjoanense Naísa Garcia prepara palestra sobre este tema, que ocorrerá nas dependências do Centro Livre de Arte e Cultura (Clac), no dia 12 de março, às 19h, com investimento individual no valor de R$ 29,90. “As técnicas que passarei na palestra sobre Inteligência Emocional são destinadas a todas as pessoas, de todas as idades, porém as pessoas que mais procuram são pais de crianças e adolescentes”, afirmou Naísa.
O processo psicológico, de acordo com ela, também é indicado a pessoas que querem ter bons relacionamentos no trabalho, nos relacionamentos a dois, e no âmbito familiar: “Ou seja, todos que desejam ter uma vida plena e feliz”. A palestrante garantiu que, durante esse encontro, passará dicas e estratégias mobilizadoras, através de exemplos do cotidiano. “Todas as pessoas que praticaram perceberam resultados imediatos”, concluiu.
PILARES
O desenvolvedor desse sistema, Daniel Goleman, definiu cinco pilares da inteligência emocional, essenciais para que cada indivíduo consiga desenvolver estes aspectos ao longo da vida. São eles: Autoconsciência; Capacidade de analisar as emoções e prever reações; Autorregulação, com controle das emoções durante tensão; Automotivação, uso das emoções de forma adequada; Empatia, habilidade de se colocar no lugar do outro; e Habilidades Sociais, manter boas relações.
Alegria, nervosismo, surpresa, ira, calma, decepção… Gerenciar a cascata de emoções que vivemos diariamente não é fácil. Porém, a inteligência emocional aparece cada vez com mais força como via para alcançar a felicidade em qualquer aspecto das nossas vidas, incluído o profissional. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) deu início a uma iniciativa em 2002 pela qual enviou aos ministros da educação de 140 países uma declaração com dez princípios básicos para implantar programas de aprendizagem social e emocional.




