Por Felipe Melo
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Quem passa pela avenida Dr. Durval Nicolau, com certeza já se deparou com um imóvel abandonado há anos, problema que vem se prolongando em São João da Boa Vista.
Fazendo um breve contexto histórico, inicialmente, o terreno foi doado pela Prefeitura à Câmara Municipal, mas retornou à posse do Poder Executivo, posteriormente foi destinado para a Justiça Federal implementar a sede própria, entretanto, o prédio retornou para o município de São João da Boa Vista, como se mantém atualmente, como propriedade da Prefeitura.

Na edição do O MUNICIPIO de 24 de maio, foi publicada uma matéria sobre a propriedade, e desta vez, nesta edição, o diretor municipal de Gestão e Planejamento Urbano, Dirceu Fernandes Batista, foi provocado pela reportagem para explicar a atual situação do prédio.
É importante salientar que no dia 15 de março de 2021, período crítico da pandemia da Covid-19, a prefeita Maria Teresinha de Jesus Pedroza (União) realizou uma live anunciando que a administração colocaria o terreno à venda e, por consequência, o dinheiro obtido seria destinado para a compra de mais vacinas contra a Covid-19. No entanto, o imóvel continua parado e de posse da Prefeitura.
FUTURO DO IMÓVEL
No cargo recentemente, desde dezembro de 2022, o titular de Gestão e Planejamento Urbano cita que ainda não há uma definição do que irá acontecer com o terreno. “A grande pendência era conseguir fazer a reintegração de posse dessa área. A partir de então, o que está sendo discutido, não só desta área, como de algumas outras, é a possibilidade de serem vendidas para se tornarem áreas particulares e outras também existem intenções de projeto, porém nada oficial”, explicou.
Fernandes complementa que alguns fatores, entre eles a pandemia, atrapalharam a resolução sobre o imóvel da avenida Dr. Durval Nicolau. “A Prefeitura está atuando agora em outros projetos que ficaram parados desde a época da pandemia e que agora estamos tendo condições de poder já colocar ritmo e ter um trabalho mais efetivo na execução de vários outros projetos”, relatou.
Localizado em uma área nobre da cidade, e importante comercialmente, o diretor demonstra que isso pode ser um atrativo para o interesse de compra do imóvel. “Todos sabem que ele fica em uma das principais avenidas da cidade, se não, a principal em termos de atração de investimento. Então, é uma área que tem um valor comercial muito grande e desejada por muitos empreendedores”, salientou.
De acordo com ele, nenhuma proposta concreta foi formalizada e que, desde a posse dele, o departamento já visitou o local algumas vezes. “Vários empreendedores da região demonstraram interesse, por isso existe a possibilidade de talvez uma venda ou um leilão daquela área”, disse.
Com a indefinição do que será feito com o imóvel, a atual administração tem, no mínimo, mais um ano e meio de mandato. O diretor acredita que até o final deste ano, a Pasta terá uma definição clara sobre o imóvel.




Porque a prefeitura não utiliza o terreno, constrói um prédio e usa para municipalidade e para de pagar aluguel em outros prédios locados que nos contribuintes pagamos a conta? Ou porque não faz ali a casa da mulher ao invés de fazê-la como se anuncia a pretensão de colocá-la em anexo ao parque que é pra ser construído no espaço do antigo páteo centralizador?
Diga-se que essa administração está indo de mal a pior. Projetos antigos deixados pelas administrações anteriores estão todos parados e se bobear nem serão tocados, exemplo não falta, A represa, o parque. Os postos de saúde estão com falta de medicamentos básicos a meses, as ruas um verdadeiro queijo suíço.