
O artigo 2º – E, do mesmo decreto mencionado na matéria acima, acrescentou que “Academias de esportes de todas as modalidades e centros de ginástica poderão funcionar diariamente, por seis horas corridas, com no máximo 30% da capacidade, mediante agendamento prévio, apenas para aulas e práticas individuais, uso obrigatório de máscaras e álcool em gel e adoção dos demais protocolos do Plano São Paulo do Governo do Estado para este seguimento”.
Parado desde o dia 17 de março, antes mesmo do anúncio do decreto oficial, Anderson Caçador, professor da Hunter Combat, explicou como a academia de artes marciais vai funcionar.
“Criamos um protocolo especial para volta às aulas, a partir de agora os alunos terão de agendar aulas para cadastrar os alunos em horários específicos, levar a própria garrafa de água, já que o bebedouro e vestiários ficarão inativos por tempo indeterminado; também faremos medição de temperatura antes de entrar na academia com termômetro de longa distância, vamos impor o uso de máscaras para o treinamento, distanciamento entre alunos e estruturas de álcool em gel espalhadas pela academia”.
A academia tem um espaço de 430 m² para várias modalidades, como muay thai, kickboxing, boxe, jiu-jitsu, MMA e judô. E tinha a rotina de trabalhar com cerca de 50 alunos por horário, mas agora vai funcionar com 30% dessa quantidade.
“Outra implementação é a criação de algumas fases para o retorno dos alunos, já que ficaram quatro meses sem atividade; então, durante 15 dias, eles vão apenas fazer exercícios de reabilitação, para evitar lesões e se adaptarem com a rotina de treinos. Na segunda fase, o aluno poderá ter contato com um oponente, porém as duplas serão fixas por mais 15 dias; depois disso poderá ter contato com mais pessoas, em pequenos grupos separados”, completou.




