Palmeiras será usado como Escola do Bem Estar do UniFEOB

Na última quinta-feira (27), o reitor do UniFEOB, João Otávio Bastos Junqueira, diretores, professores e membros da instituição visitaram as instalações do Palmeiras para conhecer, em detalhes, a estrutura que o clube possui e já pensar como o espaço poderá ser utilizado.

Isso porque UniFEOB e Palmeiras firmaram uma parceria de 20 anos, sendo que o Centro Universitário, por meio de um arrendamento, assumiu a sede do clube e o Estádio Getúlio Vargas Filho.

João Otávio afirma que foi uma grande aquisição em termos de infraestrutura para os cursos da área de saúde, os quais estão sendo chamados de Escola do Bem Estar. “O Palmeiras vai contribuir muito com isso. A estrutura do campo de futebol é muito boa, tem alojamento, vestiários, além do campo. E somando tudo que tem no Palmeiras, vai dar uma bela de uma ferramenta para esses cursos na parte prática, principalmente integrando eles com a sociedade”, explica.

Visita: membros do UniFEOB foram conhecer de perto toda a estrutura do Palmeiras Futebol Clube – (Foto: Reinaldo Benedetti/O MUNICIPIO)

O reitor ressalta que não quer algo simplesmente acadêmico, teórico, mas que possa levar a sociedade para dentro do UniFEOB. “E a Escola do Bem Estar não ficará apenas com alunos. Nossa ideia é contribuir para a saúde da população da cidade e região. No momento em que a gente vê as Santas Casas e postos de saúde lotados, porque o brasileiro foca na cura da doença, nós queremos focar na prevenção. Isso tem a ver com afetividade, alimentação, movimentação física, com relacionamento”, acredita.

É exatamente neste sentido que João Otávio conta que o projeto pedagógico desenvolvido vai interligar sete cursos na Escola do Bem Estar: Enfermagem, Fisioterapia e Biologia, que a instituição já possui, e Nutrição, Biomedicina, Psicologia e Educação Física, que o UniFEOB passa a oferecer já em 2019.

“Acreditamos que são cursos complementares e vamos olhar a saúde não como ausência de doença, mas o bem estar bio-psico-social, ou seja, cuidar do corpo, da mente e das relações. E por isso queremos colocar tudo em um grande espaço, incorporando com a boa estrutura do Palmeiras”.

O reitor reforça que o objetivo é colocar na prática um conceito de prevenção, de bem estar, de convivência. “Não é possível que tenhamos uma população tão doente assim. Então precisamos criar espaços para não apenas formar bons profissionais, mas que também a população consiga ter opção de interação, de falar, de ter algo à disposição da sociedade. E é por isso que estamos chamando de Escola do Bem Estar. Esses cursos são complementares entre si e o projeto pedagógico foi pensando nessa realidade. E o Palmeiras vai ser uma grande ferramenta para isso”.

Por Reinaldo Benedetti.

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