Pelo menos cinco pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas depois que um homem invadiu a Catedral Metropolitana, no centro de Campinas, abriu fogo contra fiéis que assistiam uma missa no início da tarde desta terça-feira (11). Ainda não se sabe a motivação do crime.
As vítimas fatais não foram identificadas, mas o Corpo de Bombeiros confirmou que o autor dos disparos está entre elas. Depois de atirar contra as pessoas que estavam na missa, o atirador, que portava um revólver e uma pistola, cometeu suicídio.

O entorno da Catedral está isolado enquanto a polícia apura o motivo do crime e recolhe evidências. A informação inicial foi de que o atirador teria cometido um assalto antes de invadir a igreja, mas essa versão foi negada pelas autoridades.
FERIDOS
Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local, por volta das 13h20, para atender aos feridos. A informação inicial é de que Jandira Prado Monteiro, de 65 anos, teve lesões em uma das mãos e tórax e foi socorrida ao Hospital Mário Gatti, mas está fora de risco.
Para o mesmo hospital municipal foi encaminhado Heleno Severo Alves, de 84, que foi atingido por dois disparos nas regiões do tórax e abdômen e passará por cirurgia. O estado dele é grave.
Maria de Fátima Frazão Ferreira, de 68 anos, foi levada ao Hospital de Clínicas da Unicamp após ser baleada em uma das pernas e o quadro de saúde dela é estável, informou a unidade.
O quarto ferido é um homem, de 64 anos, que foi atingido por dois tiros de raspão e foi socorrido ao Hospital Beneficência Portuguesa. O quadro dele é estável, mas a identidade não foi informada.
O entorno da Catedral Metropolitana está isolado e câmeras de monitoramento da CinCamp registraram a movimentação na área.


ARQUIDIOCESE
Em rede social, a Arquidiocese de Campinas lamentou a tragédia nesta terça-feira.

PREFEITURA
Em nota, a administração informou que está mobilizada para atendimentos e o prefeito, Jonas Donizette (PSB), ficou “estarrecido com o brutal crime e dedica suas orações às vítimas e famílias”.
Da Redação. (Fonte: Opinião e Notícia e G1 Campinas)




