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Especial: São João - 189 anos |
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Cidade - Cultura |
Semana Guiomar Novaes |
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Hoje, o público infantil terá a quarta oportunidade de assistir ao espetáculo "João e o Pé de Feijão", baseado em famoso conto infantil dos Irmãos Grimm. Para não perder nenhum espetáculo, de hoje até esta sexta-feira, acompanhe abaixo os dias, horários e local das apresentações. Dia 8 - quarta-feira, às 9h e às 15h: Peça Infantil "João e o Pé de Feijão", no Theatro Municipal. Dia 8 - quarta-feira, às 21h: Recital de Piano e Violino, com Vera Astrachan ao piano e Elisa Fukuda no violino. Dia 9 - quinta-feira, às 9h e às 15h: Peça Infantil "João e o Pé de Feijão", no Theatro Municipal. Dia 9 - quinta-feira, às 21h: Peça adulta "Soltando os Cachorros", no Theatro Municipal. Dia 10 - sexta-feira, às 21h: Peça adulta: "As Pagus", no Theatro Municipal.
OS ARTISTAS Nascida no Rio de Janeiro, Vera Astrachan foi aluna de Arnaldo Estrella e graduou-se pela UFRJ, onde obteve medalha de ouro. Mais tarde, aperfeiçoou-se com Hans Graf e Bruno Seidlhofer em Viena, Ilona Kabos em Londres e Joaquin Nin-Culmell em Berkeley. Elisa Fukuda Graduou-se no Conservatório de Música de Genebra, na classe do Prof. Corrado Romano e recebeu o Primeiro Prêmio de Virtuosidade "com distinção e cumprimentos do Júri". Aluna de eminentes violinistas como Henryk Szering, Arthur Grumiaux e Nathan Milstein, sua formação foi complementada no Mozarteum de Salzburg com Sandor Vegh. A peça "Soltando os Cachorros" é uma verdadeira colcha de retalhos composta por textos de Hilda Hilst, Marisa Raja Gabaglia e Cassandra Rios, alternando momentos líricos, sensuais e cômicos. Seja por meio de monólogos ou contracenando entre si, as atrizes resgatam a alma do trio de escritoras do século XX - mulheres que romperam com os padrões de sua época.
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Cidade - Cultura |
Águas da Prata já conta com SPA-Day |
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A pousada Canto dos Xamãs trouxe a Águas da Prata e região o conceito de Spa Day para aquelas pessoas que buscam relaxamento, cuidados com o corpo, re-equilíbrio emocional e conexão com a natureza. "Um jeito moderno de relaxar e cuidar da mente, corpo e espírito", afirmam suas diretoras. É um programa de tratamento oferecido pela Pousada e Spa Holístico localizados em uma fazenda de cem alqueires. Um lugar mágico, com cachoeiras, paredões, canyons, onde a natureza foi preservada e a riqueza do verde e diversidade da fauna fazem toda a diferença. Para a clientela potencializar a sensação de bem-estar, naturalmente gerada pelo Canto dos Xamãs é oferecido um cardápio com mais de 30 opções de terapias e tratamentos para recarregar as energias, equilibrar-se e cuidar da beleza e estética Além de pacotes com hospedagem, disponibiliza serviços de Spa Day. Um programa de tratamentos em duas versões: meio período ou dia todo. Um momento só para você. E com a possibilidade de fazer sua própria programação.
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Cidade - Cultura |
HOMENAGEM A ICA ASSAD | CRÍTICA |
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Flávia é publicitária e cantora. Fez parte do Grupo Dom e hoje, canta no duo Os Imprevisíveis
A maioria dos sanjoanenses conhece a tradição da Família Assad no cenário musical. Sinto que cada um que nasce é tratado com sopa de notas musicais, uma vez que todos não são simples músicos e sim personagens que se destacam mundialmente com sua musicalidade. Isso se deve a uma base muito sólida criada por Sr. Jorge Assad e Sra. Ica Assad, a homenageada da noite. Um show intimista e cheio de carinho foi planejado pelos filhos famosos que ali estavam apenas como as crias de Dona Ica (como é carinhosamente conhecida). Odair e Sérgio, integrantes do Duo Assad, abriram o show, com duas canções magistralmente interpretadas nos violões que parecem brinquedos em suas mãos. Depois entra em cena a caçula da família, Badi, visivelmente emocionada declamou um poema escrito há apenas dois dias. Logo depois emendou uma canção que fez para sua filha Sofia, logo que nasceu, há 3 anos. Logo após, Badi começou cantar à capela "Feminina", uma música que faz parte do seu CD Verde, que diz "... mães e filhas, musas e meninas, música feminina..." e entraram no palco para acompanhá-la Clarice e Carolina Assad, netas de Dona Ica. Micael Chaves entra no palco para acompanhar Clarice, que, antes cantou à capela uma canção que sua avó gosta muito. A neta Carolina Assad é acompanhada pelo grupo Choro Rasgado na canção "Lamento", de Pixinguinha. Em seguida, para surpresa e emoção de todos, Dona Ica sobe ao palco, toda prosa e canta tranquilamente duas canções junto ao grupo, emocionando a todos. Sr. Jorge, o patriarca da família e Sofia, a neta mais nova, entram com flores e levam o público à extrema comoção. Sem dúvida um show para enfatizar o poder unificador que a música tem.
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Cidade - Cultura |
FÁBRICA DE SONHOS | CRÍTICA |
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Zé Jabur é psiquiatra e fotógrafo. Realizou exposição fotográfica Boi do Maranhão, com Clara Giannelli, no CLAC
Esse fim de semana pegou fogo literalmente... Foi extraordinário, no que se refere à música e estarrecedor em relação aos incêndios. Mas é da musica que pretendo falar, sem deixar de anotar o fogo que corroeu e corrói a Serra da Mantiqueira. Dona Ika, a primeira dama da música sanjoanense comemorou seus 80 anos com uim show antológico e belíssimo na sexta (leia acima). Já no Domingo, Paulinho Torres, numa iniciativa ousada, fez sua primeira apresentação no Theatro Municipal, num show solo de voz e violão. É preciso estar muito seguro de sua proposta pra fazer isso. Mais ainda, quando a proposta tem fortes pitadas vanguardistas, com músicas de harmonia bem moderna, dissonante, atonal. Algo tão moderno veio acompanhado da mais legítima musica sertaneja nordestina, passando por Elomar e sua "Quadrada das Águas Perdidas", pelo Coco da Paraíba fundido a composição do compositor sanjoanense Zé Fernando Entratice, ao lado de composições próprias do estreante. Com um violão limpo e preciso, harmonizou e interpretou com dedilhado fino e seguro, voz suave e clara, um universo moderno ao lado de outro extrremamente tradicional da musica brasileira. Para mim em alguns momentos era um diálogo entre Arrigo Barnabé (moderno/atonal) e Elomar (clássico e regional). Foi nesse tempero exótico e delicado que o show fluiu tranquilo, sem alardes ou rompantes (Paulinho puxou pra seu xará, o da Viola) com elegância e sempre com um tom esclarecedor, quando explicava o sentido ou a história das composições. Letras bem modernas, que falam de um mundo industrial e consumista ao lado de Sertanias e lirismo nordestino. Foi um começo com pé direito. Espero que as autoridades façam o mesmo em relação às queimadas!
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